Guido BOLETTI,

Nascido em Milão (Itália) em dezembro de 1961, inicia seu caminho autodidata no final dos anos oitenta, tendo a música como sua primeira fonte de inspiração para dedicar-se à pintura.

No princípio de sua carreira, tem a oportunidade de conviver com mestres italianos de renome internacional como Renzo Margonari, de quem é amigo até hoje, e Emilio Tadini.

O contato com a cultura brasileira, através das viagens na década de 90 e da posterior residência no país, traz então novas energias e inspirações, influenciando definitivamente a sua obra.

Seu trabalho inclui pintura, vitrais, cerâmica, serigrafia, joias, ilustrações para capas de CD’s e livros infantis. Nos últimos anos desenvolveu um percurso de pintura ao vivo em forma de happenings em espaços públicos, televisivos e teatrais.

O artista tem participado de numerosas exposições individuais e coletivas em  cidades italianas e no Brasil, e possui obras expostas em galerias, museus públicos e privados como no ‘Teatro alle Vigne’ (Lodi – Itália), no ‘Museo di arte Sacra Diocesana’ (Lodi – Itália), na coleção de arte contemporânea da ‘Provincia di Lodi’ (Itália), no ‘M.i.M. – Museo in Motion’ (San Pietro in Cerro – Itália), e na ‘Galeria de Minerva do Museu de Juelich’ (Alemanha).

Dentre os prêmios e reconhecimentos recebidos, destacam-se a premiação do Ministério do Correio Japonês (que promoveu em 1990 um concurso internacional para criar um novo selo comemorativo)  e a Medalha de Ouro da Associação Cultural ‘Monsignor Luciano Quartieri’, em Lodi (2001).

Durante a sua carreira, vários foram os depoimentos de críticos e jornalistas de arte na Itália e no Brasil referentes ao seu trabalho, dentre os quais: o dos professores Carlo Munari, Renzo Margonari e Pierre Santos, dos críticos Morgan da Motta, Giovanni Schialvino e Gabriele Turola, da jornalista Marina Arensi, da crítica e curadora Paola Trevisan, da artista e galerista Esthergilda Menicucci e do crítico e curador Fábio San Juan.